Nome:Hodara Nunes

Data de nasc: 03/06/88

Signo:Gêmeos

Cidade:São Paulo

Bairro:Santana

Bandas que eu amo: Marylin Manson,Bauhaus, Coctaeu Twins,Siouxsie.

Bandas que cutro: The Smiths, Sisters Of Mercy, Crisathian Death, The Cult, New Order, Soft,Depeche mode, The mission, LACRIMOSA, Joy Division, Cure, Nosferatu, Eurythmics, Placebo, Maldita e etc.....
Eu gosto: De sair para baladas góticas, beber qdo quero principalmente vinho e absinto, beijar quem eu gosto e fazer o que eu quero...e meus colegas.

Eu não gosto: De estar quase pra sempre melancolica com a minha vida, sempre ter muita gente ao meu redor e me sentir sozinha, chorar por alguém que amo e me despreza...televisão, rádio, revista para adolecentes sem cérebro, a sociedade sistematica, músicas hipócritas com letras inuteis como axé forró sertanejo e funk a pagode e samba tb....

Eu amo: Minha mãe e irmã...Marilyn Manson, Bauhaus, ...ouvir música, escrever, ler, ouvir música no escuro com uma vela e incenso com um som legal...A lua, o céu a noite e meus amigos (aqueles que considero amigos)e fazer massagem.

Eu odeio:Pessoas Falsas, ser desprezada por quem gosto, me sentir eternamente sozinha, sentir medo, meninas pirralhas que se acham a mulher...Como o jornal da enfase as coisas banais,e odiar, ah! e odeio um RETARDADO chamado Bruno .

Esporte: Patinação...o resto detesto

Objetos que adoro: Meu ursinho, meu pearcing, meus cds, meu ankh, minha cama, meu computador....

Eu sou: Sou calma qdo quero estorada qdo não suporto...meiga carinhosa,e alguns momentos fria, distante e calculista... não me falta sinceridade sou fiel aqueles que me dão sinceridade...Companheira. Normalmente as pessoas ou me detestam ou me adoram...Sou mto complexada, melancolica mas sempre tento esta sorrindo. Sempre acolho aqueles que me procuram. Não passo ninguém para tras se não me passarem...Qdo amo eu amo e qdo eu odeio é para sempre... Não tenho medo da morte...as vezes tenho da vida. Sou estranha de primeiro instante mas comum com o tempo. BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, PARQUE EDU CHAVES, Mulher, de 15 a 19 anos, Portuguese, Arte e cultura, Bebidas e vinhos
MSN - hodaramagnani@hotmail.com
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"Great Big White World"
In space the stars are no nearer
They just glitter like a morgue
And I dreamed I was a spaceman
Burned like a moth in a flame
And our world was so fucking gone

But I'm not attached to your world
Nothing heals and nothing grows

Because it's a great big white world
And we are drained of our colors
We used to love ourselves
We used to love one another
All my stitches itch
My prescription's low, I wish you
Were queen
Just for today
In a world so white what else could I say?

And hell was so cold
All the vases are so broken

And the roses tear our hands all open
Mother mary miscarry
But we pray just like insects
The world is so ugly now

Because it's a great big white world
And we are drained of our colors
We used to love ourselves
We used to love one another
All my stitches itch
My prescription's low, I wish you
Were queen
Just for today
In a world so white what else could I say?


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Espelho

Noite da minh’alma  

Depois que as noites escuras se vão

   Dias claros surgirão

   Dias que ferida me farão

  Clamo por ti

  Oh, doce noite

  Venha e me traga meu luar

  Venha me despertar!

  Sol, Lua

  Obras divinas tuas

  Meu Senhor

  Mas será que eu também sou?

  Comigo vive a solidão

  Me sinto bem somente na escuridão

  Não sigo as trevas

  Apenas a vejo

  Levando-a um pouco de luz

  Luz que vem de ti meu Senhor

  Se é clara ou escura não sei

  Apenas sinto dentro de mim

  Sou a luz que ilumina as trevas

  E que se esconde da claridão

  Sou alma limpa

  Que suga energia de inocentes

  Mas também sou inocencia

   Pois sou uma criança

Aprendendo a viver

Sem esperança

 Por isso rogo por ti

 Oh doce noite

Sou como tu

 Obscura

 pareço das trevas

 Mas como ti sou obra divina

 Sem vigor pela vida

O Dia é minha tormenta

que vem me ferir

Abrindo feridas

que nunca fecharam       

Por isso clamo por ti

Durante os dias sem fim

                        Hodara Nunes



- Postado por: Gothik Melancolica às 09h06
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Pai da cociência em mim

           

Lágrimas de sangue

 

 

 

 


Ao pé das aras no clarão dos círios
Eu te devera consagrar meus dias;
Perdão, meu Deus! perdão
Se neguei meu Senhor nos meus delírios
E um canto de enganosas melodias
Levou meu coração!
Só tu, só tu podias o meu peito
Fartar de imenso amor e luz infinda
E uma Saudade calma;
Ao sol de tua fé doirar meu leito
E de fulgores inundar ainda
A aurora na minh'alma.
Pela treva do espírito lancei-me,
Das esperanças suicidei-me rindo...
Sufoquei-as sem dó.
No vale dos cadáveres sentei-me
E minhas flores semeei sorrindo
Dos túmulos no pó.
Indolente Vestal, deixei no templo
A pira se apagar - na noite escura
O meu gênio descreu.
Voltei-me para a vida... só contemplo
A cinza da ilusão que ali murmura:
Morre! - tudo morreu!
Cinzas, cinzas...
Meu Deus! só tu podias
À alma que se perdeu bradar de novo:
Ressurge-te ao amor!
Malicento, da minhas agonias
Eu deixaria as multidões do povo
Para amar o Senhor!
Do leito aonde o vício acalentou-me
O meu primeiro amor fugiu chorando.
Pobre virgem de Deus!
Um vendaval sem norte arrebatou-me,
Acordei-me na treva... profanando
Os puros sonhos meus!
Oh! se eu pudesse amar!... - É impossível!
Mão fatal escreveu na minha vida;
A dor me envelheceu.
O desespero pálido, impassível
Agoirou minha aurora entristecida,
De meu astro descreu.
Oh! se eu pudesse amar!
Mas não: agora
Que a dor emurcheceu meus breves dias,
Quero na cruz sangrenta
Derramá-los na lágrima que implora,
Que mendiga perdão pela agonia
Da noite lutulenta!
Quero na solidão - nas ermas grutas
A tua sombra procurar chorando
Com meu olhar incerto:
As pálpebras doridas nunca enxutas
Queimarei... teus fantasmas invocando
No vento do deserto.
De meus dias a lâmpada se apaga:
Roeram meu viver mortais venenos;
Curvo-me ao vento forte.
Teu fúnebre clarão que a noite alaga,
Como a estrela oriental me guie ao menos
Té o vale da morte!
No mar dos vivos o cadáver bóia -
A lua é descorada como um crânio,
Este sol não reluz:
Quando na morte a pálpebra se engóia,
O anjo se acorda em nós - e subitâneo
Voa ao mundo da luz!
Do val de Josafá pelas gargantas
Uiva na treva o temporal sem norte
E os fantasmas murmuram...
Irei deitar-me nessas trevas santas,
Banhar-me na frieza lustral da morte
Onde as almas se apuram!
Mordendo as clinas do corcel da sombra,
Sufocando, arquejante passarei
Na noite do infinito.
Ouvirei essa voz que a treva assombra,
Dos lábios de minh'alma entornarei
O meu cântico aflito!
Flores cheias de aroma e de alegria,
Por que na primavera abrir cheirosas
E orvalhar-vos abrindo?
As torrentes da morte vêm sombrias,
Hão de amanhã nas águas tenebrosas
Vos rebentar bramindo.
Morrer! morrer!
É voz das sepulturas!
Como a lua nas salas festivais
A morte em nós se estampa!
E os pobres sonhadores de venturas
Roxeiam amanhã nos funerais
E vão rolar na campa!
Que vale a glória, a saudação que enleva
Dos hinos triunfais na ardente nota,
E as turbas devaneia?
Tudo isso é vão, e cala-se na treva -
Tudo é vão, como em lábios de idiota
Cantiga sem idéia.
Que importa? quando a morte se descarna,
A esperança do céu flutua e brilha
Do túmulo no leito:
O sepulcro é o ventre onde se encama
Um verbo divinal que Deus perfilha
E abisma no seu peito!
Não chorem! que essa lágrima profunda
Ao cadáver sem luz não dá conforto...
Não o acorda um momento!
Quando a treva medonha o peito inunda,
Derrama-se nas pálpebras do morto
Luar de esquecimento!
Caminha no deserto a caravana,
Numa noite sem lua arqueja e chora...
O termo... é um sigilo!
O meu peito cansou da vida insana;
Da cruz à sombra, junto aos meus, agora
Eu dormirei tranqüilo!
Dorme ali muito amor... muitas amantes,
Donzelas puras que eu sonhei chorando
E vi adormecer.
Ouço da terra cânticos errantes,
E as almas saudosas suspirando,
Que falam em morrer...
Aqui dormem sagradas esperanças,
Almas sublimes que o amor erguia...
E gelaram tão cedo!
Meu pobre sonhador! aí descansas,
Coração que a existência consumia
E roeu um segredo! ...
Quando o trovão romper as sepulturas,
Os crânios confundidos acordando
No lodo tremerão.
No lodo pelas tênebras impuras
Os ossos estalados tiritando
Dos vales surgirão!
Como rugindo a chama encarcerada
Dos negros flancos do vulcão rebenta
Gotejando nos céus,
Entre nuvem ardente e trovejada
Minh'alma se erguerá, fria, sangrenta,
Ao trono de meu Deus...
Perdoa, meu Senhor!
O errante crente
Nos desesperos em que a mente abrasas
Não o arrojes p'lo crime!
Se eu fui um anjo que descreu demente
E no oceano do mal rompeu as asas,
Perdão! arrependi-me!

                                               Alvares de Azevedo



- Postado por: Gothik Melancolica às 07h50
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